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AVALIAÇÃO DO POTENCIAL ANTIOXIDANTE PELO MÉTODO DPPH DO EXTRATO DICLOROMETANO DAS FOLHAS DE Momordica charantia L.
Última alteração: 2012-08-17
Resumo
O uso de plantas medicinais no Brasil vem se consolidando nos últimos tempos em especial após a promulgação da Política Nacional de Plantas Medicinais e Fitoterápicas. O interesse pela descoberta de novos antioxidantes a partir de fontes naturais vem crescendo nos últimos anos, principalmente por prevenir a deteriorização de alimentos e minimizar o dano oxidativo às células vivas. Os métodos mais utilizados para determinar a atividade antioxidante in vitro são métodos varredores de radicais, a exemplo do DPPH. A espécie Momordica charantia L. pertence à família das cucurbitáceas, trata-se de uma trepadeira originária da Ásia e África que se adaptou facilmente ao Brasil em razão do clima tropical. Popularmente chamada de melão-de-São-Caetano é reconhecida na medicina alternativa por apresentar altos níveis fitoterápicos como, por exemplo: antibiótico, antimutagênico, antioxidante, antileucêmico, anti-diabético, citotóxico entre outros. As folhas de M. charantia foram coletadas em Teresina/PI no bairro Sacy, e logo após foi preparado o extrato etanólico e em seguida foi submetida à avaliação da atividade antioxidante pelo método do sequestro do radical DPPH. O extrato apresentou uma atividade antioxidante de aproximadamente 42 % na concentração de 150 μg.mL. Dessa forma, concluiu-se que a espécie M. charantia apresenta um considerável potencial antioxidante em comparação com os padrões.
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