Sistema Eletrônico de Administração de Conferências, 10ª JICE - JORNADA DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA E EXTENSÃO

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O EXTRATIVISMO DO BABAÇU E AS RELAÇÕES IDENTITÁRIAS E SOCIOLINGUÍSTICAS DO POVO APINAYÉ
Cleiber Oliveira Pereira, Paulo Hernandes Gonçalves da Silva

Última alteração: 2019-10-24

Resumo


Resumo: A prática da cultura capitalista tem se manifestado em territórios indígenas, e que se relacionam com novos hábitos de consumo, fazendo com que os indígenas também busque no extrativismo uma forma de subsistência. O presente artigo evidencia o extrativismo do babaçu, como uma das principais formas de organização socioeconômica das aldeias tradicionais do povo Apinayé, que são habitantes do norte do Estado do Tocantins. Além de possibilitar um contato relevante com a sociedade, tem-se um estudo que evidencia a relação entre a empresa extrativista e a comunidade indígena. Adotou-se a metodologia da revisão de literatura, com base nos estudos de pesquisadores, que possuem conhecimento aprofundado sobre esse povo, com destaque para Nimuendajú (1983), Da Matta (1976), Giraldin (2000) e Albuquerque (2012), bem como a pesquisa documental de empresa extrativista do babaçu. Dentre os resultados alcançados, tem-se o propósito de discussão sobre a importância do comércio e seus reflexos identitários, com o objetivo de compreender essas práticas em seu cotidiano.

Palavras–chave: Apinayé, coco babaçu, extrativismo, subsistência.



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