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USO DE TESTE DE GERMINAÇÃO PARA AVALIAR A VIABILIDADE DE SEMENTES FORRAGEIRAS
Última alteração: 2019-10-26
Resumo
Nos últimos anos o Brasil vem se destacando como o maior produtor, consumidor e exportador de sementes forrageiras em nível mundial. E devido ao aumento do setor forrageiro e a competitividade de mercado no país, as exigências por tecnologias de produção e qualidade de armazenamento também evoluíram. No entanto, depois do período de armazenagem, a qualidade final de sementes forrageiras nem sempre é satisfatória. Assim, a avaliação da qualidade das sementes é imprescindível, uma vez que permite obter informações referentes ao potencial de desempenho das plântulas sob diferentes condições de ambiente, e para a seleção de lotes destinados à semeadura ou ao armazenamento. E devido a necessidade de ter conhecimento sobre a qualidade das sementes disponibilizadas para venda aos produtores, o presente trabalho teve como objetivo avaliar por meios de testes em laboratório, a capacidade de germinação dessas sementes de pastagens armazenadas e vendidas em lojas agropecuárias. Foi utilizado um delineamento inteiramente casualizado, com seis tratamentos: 1) Braquiária ruziziensis (CIAT 00605, BRA 000281): Marandu; 2) Urochloa Brizantha: Marandu; 3) Brachiaria Brizantha: Marandu; 4) Brachiaria Brizantha: Marandu; 5) Panicum Maximum: Mombaça; 6) Panicum Maximum: Massai. As variáveis mensuradas foram submetidas à análise de variância usando o software SISVAR e as médias dos tratamentos foram comparadas pelo teste de Tukey em nível de 5% de significância. Os tratamentos (T5 e T6) foram os que tiveram melhores médias em quase todos os testes realizados, na qual o armazenamento teve influência significativa nos tratamentos.
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