Sistema Eletrônico de Administração de Conferências, 10ª JICE - JORNADA DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA E EXTENSÃO

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TAXA DE ACÚMULO DE MATÉRIA SECA E MASSA DE FORRAGEM DE MATERIAIS FORRAGEIROS NA FASE DE ESTABELECIMENTO NO NORTE DO TOCANTINS
Witoria Maria Cavalcante Lins, Raphael Pavessi Araujo, Warley Silva Lino

Última alteração: 2019-11-18

Resumo


 Este estudo foi planejado com objetivo de avaliar diferentes genótipos de forrageiras em relação ao seu potencial produtivo no estabelecimento com intuito de propor um manejo de utilização que otimize os aspectos relacionados às características quantitativas destes materiais. Para alcançar este objetivo, o delineamento experimental proposto foi em blocos completos casualizados com seis tratamentos (I - Urochloa brizantha cv. Marandu; II - Urochloa decumbens; III - Mulato II; IV - Hibrido 1 Barenbrug; V - Hibrido 2 Barenbrug; VI – Hibrido 3 Barenbrug), e três blocos. As variáveis avaliadas foram: Acúmulo de forragem (ton MS ha-1); Acúmulo de lâmina foliar e colmo (ton MS ha-1). Os dados foram analisados utilizando o PROC GLM do software estatístico SAS, e a médias dos tratamentos foram comparadas pelo teste de Tukey a 5% de probabilidade. Foi observado efeito de tratamento para as variáveis avaliadas (massa de forragem e taxa de acúmulo de matéria seca). Para ambas as variáveis avaliadas constatou-se superioridade dos híbridos 1 e 2 em relação ao Marandu, enquanto que os demais materiais (Híbrido 3, Mulato II e Decumbens) apresentaram comportamento intermediário. Conclui-se que os híbridos 1 e 2 possuem uma maior taxa de acúmulo de matéria seca e consequentemente maior massa de forragem no período de estabelecimento no norte do Tocantins.

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