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Feminismo Negro: (Re)existências, os desafios de ser mulher negra no Brasil — Um estudo de caso entre as discentes e servidoras do IFTO (CAMPUS GURUPI)
Última alteração: 2020-12-18
Resumo
Este artigo é resultado de uma pesquisa sobre Feminismo Negro, no IFTO Campus Gurupi. Esta é uma temática que abrange um movimento político e social pelos direitos das mulheres afrodescendentes, caracterizadas como "o "outro" do outro” pelo nossa sociedade. Fizemos uso de pesquisas de campo com servidoras e alunas - tanto de ensino médio quanto de ensino superior - negras no IFTO campus Gurupi. Os métodos utilizados foram Estudo de Caso e Materialismo Dialético. Foram feitas também Pesquisa Bibliográfica sobre Feminismo Negro onde baseamos-nos para escrever este artigo. Foram feitas pesquisa de campo presencialmente e também via google meet com 16 mulheres servidoras, estudantes dos cursos técnicos integrados e do ensino superior. Dos resultados encontrados, percebe-se que todas as mulheres negras entrevistadas já sofreram alguma forma de racismo. A maior parte delas sofreram violência sexual, em alguns casos, mais de uma vez, em diferentes faixa etária e por pessoas proximas e desconhecidas.
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