Sistema Eletrônico de Administração de Conferências, 12ª JICE - JORNADA DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA E EXTENSÃO

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COMPOSIÇÃO MORFOLÓGICA E TAXA DE ACÚMULO DE MATÉRIA SECA DE FORRAGEIRA SOB DIFERENTES PERÍODOS DE DIFERIMENTO
RICARDO VAGMACkER DA SIVA, ROSSINI SÔFFA DA CRUZ, RAPHAEL PAVESI ARAUJO, WARLEY SILVA LINO, JOAQUIM JOSÉ JOSÉ DE PAULA NETO

Última alteração: 2021-11-18

Resumo


Este trabalho tem como objetivo observar a produção de matéria seca em função dos períodos de diferimento das forrageiras com intuito de propor um manejo de utilização que otimize os aspectos relacionados às características quantitativas e qualitativas destes materiais. Para alcançar este objetivo, o delineamento experimental  utilizado foi inteiramente casualizados em esquema fatorial (6 x 6) com seis genótipo de forrageiras (I - Urochloa brizantha cv. Marandu; II - Urochloa decumbens;III - Mulato II; IV - Hibrido 1 Barenbrug; V - Hibrido 2 Barenbrug; VI – Hibrido 3 Barenbrug), e seis períodos de diferimento (28 dias; 56 dias; 84 dias; 112 dias; 140 dias; 168 dias), com três repetições, onde foram avaliados os efeitos dos fatores individuais (genótipos de forragens e período de diferimento) e a interação entre estes, por dois anos consecutivos. As variáveis avaliadas foram: Composição morfológica (porcentagem de folha. colmo e material morto) e taxa de acúmulo de matéria seca (kg/ha.dia-1). Os dados foram analisados utilizando o PROC MIXED do software estatístico SAS, com a máxima verossimilhança como método de estimação. Conclui-se que para o acúmulo de forragem não há diferença entre as cultivares, já os híbridos 1 e 2 apresentam produção superior ao híbrido 3 e a decumbens , enquanto que o mulato II e o marandu possuem produção intermediária para as características avaliadas.


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