Última alteração: 2015-10-08
Resumo
Com a convergência da contabilidade nacional com a contabilidade internacional, a DFC (Demonstração dos Fluxos de Caixa) veio a ser obrigatória através da portaria do Ministério da Fazenda MF nº. 184 de agosto de 2008 que elaborou a Norma Brasileira de Contabilidade – Setor Público a (NBCTSP 16.6) e esta norma trouxe a obrigatoriedade da DFC a partir de 2010. A contabilidade necessita de uma demonstração que de forma objetiva evidencie a gestão dos recursos financeiros do setor público, pois a demanda por informações confiáveis, ocorrida no cenário internacional, tem feito com que o governo brasileiro faça adaptações em seus procedimentos contábeis, para que com isso haja transparência em suas demonstrações e por esse motivo que levou a questão central do problema: a Demonstração dos Fluxos de Caixa poderá contribuir para a transparência da gestão dos recursos financeiros? Seus objetivos foram: identificar as contribuições das Demonstrações dos Fluxos de Caixa como instrumento de transparência na gestão dos recursos financeiros do setor público e a utilização dos métodos direto e indireto. Esta pesquisa foi realizada tendo por base a convergência da contabilidade nacional com a internacional e o surgimento de uma nova ferramenta para a contabilidade governamental que é a DFC disciplinada pelo Manual de Contabilidade Aplicada ao Setor Público. Esta pesquisa foi de procedimento racional e sistemático que tem como finalidade dar respostas aos problemas que são propostos. Conclui se que a DFC pode ser utilizada como instrumento de transparência das contas financeiras dos entes da federação, para tomada de decisões futuras e complemento dos demais demonstrativos financeiros contábeis.