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ALTURA DO DOSSEL E ACÚMULO DE FORRAGEM DE HÍBRIDOS DE BRACHIARIA NA REGIÃO NORTE DO TOCANTINS
Última alteração: 2018-09-13
Resumo
este trabalho relata os resultados parciais da avaliação agronômica de 13 híbridos interespecíficos de Brachiaria ssp. previamente selecionados pela empresa Barenbrug. Foi usado o delineamento experimental de blocos casualizados, com três repetições em parcelas de 3m2 (1,5x2m), em linhas de plantio espaçadas de 50 cm, totalizando-se três linhas por parcela. Como controle foram utilizadas as cultivares B. brizantha cv. Marandu e o híbrido comercial Mulato II. Foram realizados 4 cortes de avaliação da forragem, sendo o corte 1 considerado de 20/10/2017 a 07/12/2017, corte 2 de 07/12/2017 a 07/02/2018, corte 3 de 07/02/2018 a 23/03/2018 e corte 4 de 23/03/2018 a 11/05/2018). A altura do dossel apresentou média de 34,4 cm. As maiores alturas foram encontradas para os híbridos 1, 5, 6, 8, 9, 10, 11 e nos controles Marandu e Mulato II, enquanto a menor altura foi para a forrageira 7, indicando ser uma forrageira de porte mais baixo, que acabou determinando o menor valor numérico para o acúmulo de forragem (1.090,0 kg MS/ha). As médias de produção de massa seca obtidas na época das águas variaram de 2.434 a 1.090 kg de MS/ha e foram separadas em dois grupos distintos pelo teste de Scott-Knott, O tratamento que apresentou a maior média foi o híbrido 6 (2.434,7 kg de MS/ha), porém não diferindo estatisticamente (P>0,05) dos híbridos 1, 3, 4, 5, 6, 9, 10, 13 e do híbrido controle Mulato II. O híbrido 6 produziu 58% mais matéria seca em relação ao cultivar Marandu. Já os híbridos 9 e 4 produziram 45% e 43%, respectivamente, mais matéria seca em relação ao Marandu.
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