Última alteração: 2018-09-10
Resumo
A presente reflexão nasceu de um trabalho orientado pelo professor Edinho Benésio Santos, em sala de aula, buscando mostrar esse lado transversal da filosofia, perpassando por diversas esferas do saber. Isso é fruto, portanto, de todo um incentivo, que serviu de impulso para mostrar os grandes avanços que a ciência tem trazido para a humanidade e, ao mesmo tempo, como é possível perceber a relação desse empreendimento com a filosofia. Como um saber dinâmico e criativo, a filosofia não deve se esquivar de questões que promovem o desenvolvimento intelectual diante de questões pouco conhecidas. O filosofar é um método que está sempre mudando e se reajustando a determinada época. Desta forma, ao passo que a medicina vem evoluindo, surge a necessidade de a filosofia acompanhar tal desenvolvimento técnico-científico. Surge então, uma área comumente conhecida como bioética, que vem na tentativa de responder questões éticas levantadas pela ciência da saúde e da vida. Assim sendo, tal perspectiva aborda temas relacionados com a vida e a morte como um todo, desde: o seu comportamento, o sofrimento e retirada do mesmo até a finitude do existir. Entre tantos temas existentes nesse contexto, será abordado nesse artigo fatos relacionados a morte encefálica. Ou seja, o cessar de atividades cerebrais enquanto o corpo continua em funcionamento.