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ASPECTOS SOBRE A POLINIZAÇÃO DO QUIABO (Abelmoschus esculentus L. Moench): biologia e visitantes florais
Diogo de Barros Mota Melo

Última alteração: 2012-08-17

Resumo


O presente experimento foi conduzido no Instituto Federal de Alagoas, no Campus de Satuba, no setor de olericultura com objetivo de conhecer a biologia e os visitantes florais do quiabo (Abelmoschus esculentus). O estudo da biologia floral do quiabeiro foi iniciado acompanhando-se a longevidade das flores. Os visitantes florais foram coletados ao acaso em todo plantio utilizando-se rede entomológica durante os primeiros 10 minutos de cada hora, das 05h00min às 15h00min. Foram anotado o horário de abertura e fechamento das flores e todos os insetos foram anotados por meio de contagem, das 5h às 15h nos dez primeiros minutos de cada horário. As flores do quiabeiro começaram a abrir às 4h50min e às 06h50min todas as flores estudadas estavam completamente abertas. As flores começaram a fechar a partir das 14h estando todas as flores fechadas as 15h. Os visitantes observados nas flores do quiabeiro foram das famílias Formicidae, Muscidae e Apidae, esta última responsáveis por 64% de todas as visitas das flores do quiabeiro.  A partir dos dados deste experimento podemos concluir que o quiabeiro é visitado por diferentes espécies, porém quem merece destaque em relação à quantidade de visitas são as Trigonas sipinipes

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