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MATA ATLÂNTICA: ANÁLISE DOS FATORES ECONÔMICOS RESPONSÁVEIS PELA DEVASTAÇÃO DO PATRIMÔNIO NACIONAL E DA CRESCENTE CONSCIÊNCIA AMBIENTAL
Última alteração: 2012-08-27
Resumo
Ao longo do tempo a Mata Atlântica sofreu diversas modificações negativas, desde os caçadores-coletores nativos da Mata, passando pelos desbravadores europeus, até os Governos Federais que tratavam a Mata como fonte de renda e desenvolvimento, sem o prévio conhecimento de que a Mata Atlântica como uma floresta tropical, tem a sua destruição num status de irreversibilidade, devido as suas características de perda em termos de diversidade. O seguinte trabalho teve como fontes de pesquisa variadas literaturas que abordam o estudo da Mata em aspectos como capacidade econômica, complexidade e originalidade há décadas, visitas in loco em remanescentes da Mata no Estado de Alagoas, entrevistas com responsáveis técnicos em órgãos ambientais no Estado de Alagoas, pesquisas em literaturas Online em páginas de órgãos governamentais. Com a pesquisa concluída foi constatado que a devastação na Mata já passou de um estágio alarmante, que o trabalho esforçado que os órgãos governamentais e as sociedades particulares vem desenvolvendo ainda não está sendo suficiente para a reversibilidade e mitigação do quadro, que é uma tarefa árdua, pois resta apenas 7% do total de Mata existente na chegada dos europeus. Os principais responsáveis por essa destruição foram os ciclos econômicos brasileiros, a nossa industrialização desordenada, que até hoje gera enormes passivos ambientais e o principal motivo de toda devastação provocada até os dias de hoje, a nossa conhecida falta de consciência coletiva.
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